Ontem assisti Cartas para Julieta.. filme bobo, com roteiro comum, mas muito bonitinho.. e que mais uma vez traz a lição sobre o amor!
Resumindo bem, é de novo um casal que viaja, e claramente se vê, que não estão em sintonia.. aí claro, surge um outro carinha que vai mudar todo o rumo do coração da mocinha! Final feliz!!! =)
Mas vou ser sincera, o que eu mais gostei foi da carta que a "Julieta" escreveu para responder a carta de Claire.. Ela questiona o fato de que um amor verdadeiro deve ser valorizado, e nunca é tarde para vivê-lo... e fala do emprego das palavras what e if.. que juntas podem causar grande perturbação..
É, mas como reconhecer um amor verdadeiro? E quando saber se vale mesmo a pena?? Eu não tenho nem ideia disso, o que importa é que pra todas nossas decisões sempre há ganhos e perdas, e muitas vezes não é possível mensurar... precisamos é ter coragem pra enfrentar o novo, pra encarar tudo o que vem como consequência de uma decisão! Tanto as coisas boas, quanto as ruins...
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Mudando de assunto, quanto ao meu último post preciso dizer que estou melhor! Sabe, decidi encarar de maneira menos séria o que minha mãe falou.. por algum motivo, até mesmo inconscientemente, minha mãe tenta me boicotar.. ela não pode ver que estou bem, que tem que dar um jeito de querer estragar tudo.. e na boa? Ela não tem esse direito... eu passei muito tempo pensando, conversando, digerindo a maternidade, pra que ela, em menos de 5 minutos pudesse estragar qualquer coisa!
Além de mãe, eu sou uma menina de 24 anos, prestes a fazer 25.. não sou mais criança e sei tudo o que eu faço.. ela que pense o que ela quiser.. se não confia em mim, tudo bem, azar é o dela! Parei de me preocupar com o que ela pensa.. eu faço tudo o que está ao meu alcance, mas nada é visto! Então, ela que sofra por mim, mas não vou sofrer por ela não.. não mesmo!!!
De certa forma, o que ela fez abalou um vínculo, eu estava numa boa com ela, estava acreditando que ela acreditava em mim.. e agora tenho certeza que não! Estou mais na minha, e especialmente mais fechada e bloqueada pra ela.. mas acho que é normal depois de tudo! Preciso me defender de alguma forma!
Bem, é isso... e a vida continua andando!!! =)
Nunca fui egocêntrica de pensar só em mim, mas esse é o meu espaço, é aqui que eu pretendo escrever tudo o que se passa na minha cabeça, sem tentar me esconder de nada, nem ninguém!!! É esse o espaço que tenho pra pensar em mim, e aqui, me descobrir e me entender!!!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
desabafo
Eu tinha um post legal pra escrever, sobre dualidade e talz.. mas aconteceu ontem algo que me derrubou e é o que está me perturbando agora... eu e minha mãe tivemos uma briga.. e mais uma vez ela conseguiu acabar cmg.. nocaute!
Ela estava desconfiada que eu estava com alguém, e aí se achou no direito de me dar uma rasteira, a mesma de sempre.. pra que eu não engravidasse...
pois é, ela continua achando que sou irresponsável, continua achando que vou engravidar de qualquer homem que passar ao meu lado.. ela se esquece que o maior trauma da gravidez, foi meu, que, com toda certeza, não existe ngm no mundo que tenha mais medo de engravidar que eu..
E me magoa, pq eu estava bem.. como escrevi antes, a viagem pro Rio mexeu comigo, com a minha cabeça, eu tava conseguindo agir com muito mais naturalidade e era capaz de que eu podia ser normal, mesmo sendo mãe.. aí a minha vai e me derruba assim? Tá, eu sei que deveria ser capaz de bloquear, ninguém tem o direito de me por pra baixo, mas foi a minha mãe que me disse.. é difícil bloquear o que alguem tao proximo diz.. e ela mais do que ngm sabia que eu nunca quis ter filhos, o quanto eu sofri com a gravidez toda..
Ela estava desconfiada que eu estava com alguém, e aí se achou no direito de me dar uma rasteira, a mesma de sempre.. pra que eu não engravidasse...
pois é, ela continua achando que sou irresponsável, continua achando que vou engravidar de qualquer homem que passar ao meu lado.. ela se esquece que o maior trauma da gravidez, foi meu, que, com toda certeza, não existe ngm no mundo que tenha mais medo de engravidar que eu..
E me magoa, pq eu estava bem.. como escrevi antes, a viagem pro Rio mexeu comigo, com a minha cabeça, eu tava conseguindo agir com muito mais naturalidade e era capaz de que eu podia ser normal, mesmo sendo mãe.. aí a minha vai e me derruba assim? Tá, eu sei que deveria ser capaz de bloquear, ninguém tem o direito de me por pra baixo, mas foi a minha mãe que me disse.. é difícil bloquear o que alguem tao proximo diz.. e ela mais do que ngm sabia que eu nunca quis ter filhos, o quanto eu sofri com a gravidez toda..
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Dr.
Ai gente, minha paixonite aguda pelo meu médico volta toda vez que vou lá!!!
Essa coisa da gente se apaixonar por alguém completamente platônico é um perigo, ainda mais quando é o seu médico.. nossa, ontem ele estava tão tudo, e perguntou tanta coisa da minha vida que até acendeu uma pontinha de esperança de um dia... ai, inacreditável.. olhaí eu viajando!!!!
Mas que ele é um lindo, ele é!!! E eu dormi feliz, e acordei feliz também!!! =)))
Essa coisa da gente se apaixonar por alguém completamente platônico é um perigo, ainda mais quando é o seu médico.. nossa, ontem ele estava tão tudo, e perguntou tanta coisa da minha vida que até acendeu uma pontinha de esperança de um dia... ai, inacreditável.. olhaí eu viajando!!!!
Mas que ele é um lindo, ele é!!! E eu dormi feliz, e acordei feliz também!!! =)))
terça-feira, 5 de julho de 2011
Imprevisto
Vou falar hoje sobre coisas que aconteceram ontem. Um dia cheio de imprevistos, e que terminou assim. Lição: às vezes faz bem nos deixarmos levar pelas oportunidades que surgem, e no fim de tudo perceber as consequencias (nem sempre negativas)...
E pra mim, o dia de ontem teve um sabor especial. Afinal, eu, que sempre penso demais, e organizo, e "prevejo" tudo, não esperava coisas divertidas numa noite como a de ontem. Além disso, passei a noite com amigas queridíssimas e divertidíssimas.. e que deixaram tudo com um ar leve!!!
Eu ainda estou pra colher os frutos do que aconteceu ontem, mas quer saber? Não estou com medo.. não fiz nada que pudesse magoar alguém, até que me comportei bonitinha.. e sei lá.. não custa nada inovar um pouco!!!
Leve hoje.. e pensando um pouco mais em mim, e no que eu quero.. afinal, existem problemas que não são meus, e se me provocam, provoco de volta, sou boa nisso!!! =)
E pra mim, o dia de ontem teve um sabor especial. Afinal, eu, que sempre penso demais, e organizo, e "prevejo" tudo, não esperava coisas divertidas numa noite como a de ontem. Além disso, passei a noite com amigas queridíssimas e divertidíssimas.. e que deixaram tudo com um ar leve!!!
Eu ainda estou pra colher os frutos do que aconteceu ontem, mas quer saber? Não estou com medo.. não fiz nada que pudesse magoar alguém, até que me comportei bonitinha.. e sei lá.. não custa nada inovar um pouco!!!
Leve hoje.. e pensando um pouco mais em mim, e no que eu quero.. afinal, existem problemas que não são meus, e se me provocam, provoco de volta, sou boa nisso!!! =)
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Vicky Cristina e Barcelona
Hoje um amigo comentou que viu esse filme, e quis saber com o que eu me identificava com cada uma das personagens.. tentei lhe dizer, mas não fui exata.. e a noite, li essa matéria, e está aí o que eu mais me identifiquei, foi com a visão de Woody Allen sobre o amor.
"Vicky Cristina Barcelona: Woody Allen descomplica o amor por lhe aceitar a irracionalidade" (http://www.omelete.com.br/cinema/vicky-cristina-barcelona/)
E agora penso, que o filme traz mais do que a irracionalidade do amor.. traz as diferentes formas de amar, e são todas elas o amor! Não existe certo, não existe errado, não existe mais, não existe menos.. o que existe é a diferença.. de um lado a completa racionalidade, de outro, a completa impulsividade.. e nesse meio existem infinitas variações dessas duas características..
Acho que esse filme trata, de uma forma completamente diferente, dos mesmos questionamentos de "Sense and Sensibility"... não estou bem certa disso porque tem muito tempo que não assisto a esse.. mas que é uma boa pedida assistir os dois no fim de semana, ah isso com certeza!!!!
Bem, pra finalizar.. da Vicky tenho a praticidade, racionalidade, ao mesmo tempo que ela consegue ser romântica e de certa forma sonhadora.. idealiza o casamento, idealiza o romance com o Juan Antonio...
Já da Cristina eu tenho menos a impulsão, que acho que hoje já sou mais capaz de me controlar.. mas a paixão, a intensidade, os questionamentos sobre o sentido da vida e o papel do amor..
Da Maria Elena eu tenho um pouco do disprendimento, da aceitação de que o equilibrio nem sempre é alcançado da forma convencional..
E do Juan Antonio.. ah, isso era pela época que eu vi o filme.. estava num conflito bem parecido.. !!!
Mas está aí um filme que vale a pena assistir várias vezes, em diferentes momentos, pra entender os conflitos internos de cada um dos personagens, e no fim concluir que não dá pra entender é nada.. que na verdade, o amor não se entende, ele acontece!!!
"Vicky Cristina Barcelona: Woody Allen descomplica o amor por lhe aceitar a irracionalidade" (http://www.omelete.com.br/cinema/vicky-cristina-barcelona/)
E agora penso, que o filme traz mais do que a irracionalidade do amor.. traz as diferentes formas de amar, e são todas elas o amor! Não existe certo, não existe errado, não existe mais, não existe menos.. o que existe é a diferença.. de um lado a completa racionalidade, de outro, a completa impulsividade.. e nesse meio existem infinitas variações dessas duas características..
Acho que esse filme trata, de uma forma completamente diferente, dos mesmos questionamentos de "Sense and Sensibility"... não estou bem certa disso porque tem muito tempo que não assisto a esse.. mas que é uma boa pedida assistir os dois no fim de semana, ah isso com certeza!!!!
Bem, pra finalizar.. da Vicky tenho a praticidade, racionalidade, ao mesmo tempo que ela consegue ser romântica e de certa forma sonhadora.. idealiza o casamento, idealiza o romance com o Juan Antonio...
Já da Cristina eu tenho menos a impulsão, que acho que hoje já sou mais capaz de me controlar.. mas a paixão, a intensidade, os questionamentos sobre o sentido da vida e o papel do amor..
Da Maria Elena eu tenho um pouco do disprendimento, da aceitação de que o equilibrio nem sempre é alcançado da forma convencional..
E do Juan Antonio.. ah, isso era pela época que eu vi o filme.. estava num conflito bem parecido.. !!!
Mas está aí um filme que vale a pena assistir várias vezes, em diferentes momentos, pra entender os conflitos internos de cada um dos personagens, e no fim concluir que não dá pra entender é nada.. que na verdade, o amor não se entende, ele acontece!!!
terça-feira, 21 de junho de 2011
Carta de Despedida
Ontem escrevi minha carta de despedida.. a que eu quero que seja lida no dia do meu funeral. Eu não gostaria de ter um, mas sei que vão fazê-lo.. se antes puderem mandar essa carta, peço que não façam, se despeçam de mim ainda em vida. Como? Faça-me sorrir a cada instante que estivermos juntos, e a cada abraço de tchau direi-lhe que te amo. Se puder, diga-me também, assim nunca nos arrependeremos.
Ok, vamos a carta, caso façam um funeral ainda assim. Lorena, peço que você leia a carta. Acho que é a mais controlada das minhas amigas.
A primeira coisa que digo aos aqui presentes é obrigada. Obrigada por cada segundo que me fizeram sorrir. Obrigada por terem feito a minha vida especial e por terem me ensinado também tantas coisas. Obrigada também, pelas lágrimas, afinal, elas me fizeram ver o quanto é bom sorrir. Obrigada por cada gesto de amor e carinho que me deram.
Sei que não é fácil pra ninguém esse momento, mas peço, encarecidamente, que não se acabem de chorar por mim. Eu posso até merecer as lágrimas, mas acho que mereço ainda mais um sorriso. Um sorriso de cada um de vocês aqui.. por todos os momentos que passamos juntos. Cada um de vocês vai guardar consigo uma parte da minha vida. A parte que passamos juntos. E assim, vou seguir vivendo em vocês!
Muito obrigada por terem sido todos especiais assim na minha vida.
Obrigada Bia, Mãe, Pai, Laura, Luana e Artur. Obrigada às avós também! E claro, aos meus amigos. Todos, mas em especial àquelas que contos nos dedos: Mari, Helô, Lorys, Lira, Cécis, Babi, Cam, Dé, Gal...
E sigam vivendo, festejando, se alegrando.. comemorando cada segundo como se fosse sagrado. Porque é. E amem, sempre, infinitamente.. e não se esqueçam de sorrir..
Agora, um brinde à vida. De vocês, e assim, a minha... Sejam felizes sempre!!!
Amo todos!!
ps: Eduardo, a única coisa que te peço: dê oportunidades para a Beatriz ser feliz!
Ok, vamos a carta, caso façam um funeral ainda assim. Lorena, peço que você leia a carta. Acho que é a mais controlada das minhas amigas.
A primeira coisa que digo aos aqui presentes é obrigada. Obrigada por cada segundo que me fizeram sorrir. Obrigada por terem feito a minha vida especial e por terem me ensinado também tantas coisas. Obrigada também, pelas lágrimas, afinal, elas me fizeram ver o quanto é bom sorrir. Obrigada por cada gesto de amor e carinho que me deram.
Sei que não é fácil pra ninguém esse momento, mas peço, encarecidamente, que não se acabem de chorar por mim. Eu posso até merecer as lágrimas, mas acho que mereço ainda mais um sorriso. Um sorriso de cada um de vocês aqui.. por todos os momentos que passamos juntos. Cada um de vocês vai guardar consigo uma parte da minha vida. A parte que passamos juntos. E assim, vou seguir vivendo em vocês!
Muito obrigada por terem sido todos especiais assim na minha vida.
Obrigada Bia, Mãe, Pai, Laura, Luana e Artur. Obrigada às avós também! E claro, aos meus amigos. Todos, mas em especial àquelas que contos nos dedos: Mari, Helô, Lorys, Lira, Cécis, Babi, Cam, Dé, Gal...
E sigam vivendo, festejando, se alegrando.. comemorando cada segundo como se fosse sagrado. Porque é. E amem, sempre, infinitamente.. e não se esqueçam de sorrir..
Agora, um brinde à vida. De vocês, e assim, a minha... Sejam felizes sempre!!!
Amo todos!!
ps: Eduardo, a única coisa que te peço: dê oportunidades para a Beatriz ser feliz!
terça-feira, 14 de junho de 2011
Escolhas.
Sabe, eu não sei bem como começar.. Não fiz nenhuma escolha recente que me motivasse esse post, mas é vendo as escolhas dos outros que eu sempre lembro a escolha principal da minha vida:
Viver.
E por viver, entende-se ser feliz, aproveitar exatamente cada momento, cada expectativa, cada pensamento, cada oportunidade. E chorar também, por que não? Mas sofrer o menor tempo possível. Posso sofrer muito, e geralmente sofro. Sou intensa como poucos conseguem entender, mas sofro. Mas é por pouco tempo.. Cada minuto que se passa naquela agonia infernal é um minuto a menos de felicidade.. é um minuto a menos que não percebo a beleza do que acontece ao meu redor.
Ok, mas não vim falar de sofrimento, vim falar de escolhas. Sabe, descobri que as coisas acontecem porque elas acontecem e pronto. Nada adianta a gente buscar o motivo, perder horas se perguntando o que houve de errado. Não houve. Simples assim. O negócio é que hoje somos o resultado do que passamos. É preciso compreender o passado, pra que o futuro possa ser diferente. Mas isso é muito diferente de viver o passado. De viver histórias que já acabaram, de viver amores que não existem mais, ou sequer existiram, de viver dores que nunca as sentimos. E por isso, não devemos ficar sofrendo e nos culpando por certas coisas.. é assim porque é assim. Um dia, no futuro, agradecemos porque foi assim.
E, por falar em futuro, acho que a gente perde tempo demais pensando no resultado das nossas escolhas pro nosso futuro. E de verdade, sinto que cada vez que pensamos de maneira mais objetiva sobre nossos desejos e vontades, elas ficam mais distantes com as nossas escolhas. Às vezes é necessário simplesmente deixar a vida acontecer, deixar que os nossos sentimentos nos guiem. O coração pode ser, muitas vezes, tolo, mas em questão de amor e felicidade, ele sabe guiar. E não sei quanto aos outros, mas o meu objetivo é viver sempre como eu vivo hoje, com o amor daqueles que eu amo, e em paz com a minha consciência. O resto? Ah, isso vem.. por certo que sim...
Thank's quem quer que seja por quem eu sou. E pelas escolhas que fiz e as que não fiz.
Viver.
E por viver, entende-se ser feliz, aproveitar exatamente cada momento, cada expectativa, cada pensamento, cada oportunidade. E chorar também, por que não? Mas sofrer o menor tempo possível. Posso sofrer muito, e geralmente sofro. Sou intensa como poucos conseguem entender, mas sofro. Mas é por pouco tempo.. Cada minuto que se passa naquela agonia infernal é um minuto a menos de felicidade.. é um minuto a menos que não percebo a beleza do que acontece ao meu redor.
Ok, mas não vim falar de sofrimento, vim falar de escolhas. Sabe, descobri que as coisas acontecem porque elas acontecem e pronto. Nada adianta a gente buscar o motivo, perder horas se perguntando o que houve de errado. Não houve. Simples assim. O negócio é que hoje somos o resultado do que passamos. É preciso compreender o passado, pra que o futuro possa ser diferente. Mas isso é muito diferente de viver o passado. De viver histórias que já acabaram, de viver amores que não existem mais, ou sequer existiram, de viver dores que nunca as sentimos. E por isso, não devemos ficar sofrendo e nos culpando por certas coisas.. é assim porque é assim. Um dia, no futuro, agradecemos porque foi assim.
E, por falar em futuro, acho que a gente perde tempo demais pensando no resultado das nossas escolhas pro nosso futuro. E de verdade, sinto que cada vez que pensamos de maneira mais objetiva sobre nossos desejos e vontades, elas ficam mais distantes com as nossas escolhas. Às vezes é necessário simplesmente deixar a vida acontecer, deixar que os nossos sentimentos nos guiem. O coração pode ser, muitas vezes, tolo, mas em questão de amor e felicidade, ele sabe guiar. E não sei quanto aos outros, mas o meu objetivo é viver sempre como eu vivo hoje, com o amor daqueles que eu amo, e em paz com a minha consciência. O resto? Ah, isso vem.. por certo que sim...
Thank's quem quer que seja por quem eu sou. E pelas escolhas que fiz e as que não fiz.
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